Reduzir o consumo de combustível no agronegócio é uma das grandes preocupações do segmento. Para atingir esse objetivo, a telemetria é a tecnologia ideal para ajudar produtores a terem mais eficiência em todas as etapas.

Dessa forma, as tecnologias de rastreamento aplicadas ao agronegócio ajudam muito na otimização das operações de campo, principalmente para produtores de commodities (cana de açúcar, café, carnes, soja etc.).

Telemetria no campo é diferente

A telemetria no campo é diferente da que é utilizada no transporte de veículos, que permite saber localização, comportamento do motorista, consumo de combustível, entre outros pontos.

No agronegócio, o interesse principal do agricultor é a gestão da fazenda.

Isso porque, o produtor tem ativos com alto valor (tratores, colheitadeiras etc.) e precisa prezar pela segurança deles. Mas o principal foco da telemetria está em saber quais são as atividades que essas máquinas estão realizando.

Portanto, é possível ter acesso a informações quantitativas e ativas sobre o que está sendo feito no campo, como também se está correndo da forma mais eficiente.

Ou seja, o foco é no que está sendo colhido, qual é o porcentual da colheita, por exemplo. O produtor está preocupado com a produtividade. Dessa forma, ele consegue saber quanto de sua plantação já foi pulverizada ou adubada, se as condições climáticas vão interferir nesse processo etc.

A telemetria no campo tem foco na gestão da atividade dos ativos e, assim, o ganho é a redução de custo, maior eficiência, ao entrar com manutenção preditiva; e mais assertivo ainda se focar nas preventivas para minimizar as corretivas, entre outros pontos que aumentam o lucro.

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O que monitorar no agronegócio?

As principais variáveis que podem ser monitoradas pela telemetria no agro são relacionadas às atividades no campo, ou seja, quanto está sendo pulverizado, taxa de adubação, desperdício de material, se o operador pular uma das ruas da lavoura e não aplicar o produto, por exemplo, qual foi a produtividade da área, entre outros pontos.

Tudo que está ligado ao ciclo da atividade, operador e máquina, para que aconteça da forma mais eficiente e segura e, claro, para reduzir o consumo de combustível no agronegócio.

Resultados

Um cliente trabalha com colheitadeira de cana de açúcar e quando o operador chegava no final da linha e fazendo uma manobra gastava 24 litros de diesel por hora de manobra.

Ao desligar alguns componentes da máquina não necessários, durante a manobra, ele passou a gastar 16 litros por hora. É uma diferença de 8 litros por hora de manobra como benefício. O que daria uma economia média de R$ 66,00 de combustível dia por máquina, algo em torno de R$ 1.500,00 mês, sem considerar o desgaste dos componentes.

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Equipamentos

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